Loading...

Minha alma matuta foi gerada nas entranhas do ventre do Sertão

  


Capinei com enxada tramontina

Amancei burro brabo com chicote

Da cacimba tirei água pro pote

Derrubei ribaçã com lazarina;

As bicheiras tratei com criolina

Em orelhas de gado e de barrão

Quando a chuva batia no torrão

Eu dizia: que terra abençoada

"Minha alma matuta foi gerada

Nas entranhas do ventre do sertão"


Mote: Muito cantado pelos imortais Valdir Teles e João Paraibano.

2.018

Cordel 1653163349681197899

Postar um comentário

emo-but-icon

Página inicial item

+ VISTOS

POESIA POPULAR

entre em contato

Nome

E-mail *

Mensagem *